Missão S. Tomé e Príncipe - Diário de Viagem, por Daniel Pinto
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A Assistência Médica Internacional (AMI) é uma organização não governamental portuguesa fundada a 5 de Dezembro de 1984 pelo Dr. Fernando Nobre. Os seus objectivos primordiais são proporcionar assistência médica a pessoas necessitadas, lutar contra a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra, em qualquer parte do Mundo. Já organizou missões de assistência médica em 55 países um pouco por todo o mundo e tem ainda 9 centros de apoio social (Centros Porta Amiga) em Portugal.

Carta de princípios da AMI

  1. Socorrer todas as vítimas de catástrofes naturais, acidentes colectivos e situações de guerra, sem discriminação de raça, política, religião, filosofia ou posição social.
  2. Trabalhar na mais estrita neutralidade e em completa independência, coibindo-se de se imiscuír nas questões internas dos Estados, Governos e Partidos em cujo território sejam chamados a servir. A AMI - Fundação de Assistência Médica Internacional - reivindica, para a sua actividade, em nome da sua vocação universal, a liberdade plena e integral do exercício da função médica.
  3. Não aceitar, nem tolerar enfeudamento ou influência de qualquer poder ou força política, ideológica, religiosa ou outra.
  4. Respeitar o sigilo profissional e abster-se de emitir qualquer juízo ou de exprimir publicamente uma opinião favorável ou hostil, a respeito dos acontecimentos, forças ou dirigentes que aceitaram o seu concurso.
  5. Anónimos ou beneméritos, não esperar do exercício da sua actividade qualquer benefício pessoal ou colectivo. Avaliando os risco e perigos das missões que cumpram, não reclamar para si, nem para terceiros que os representem, qualquer compensação para além da que a Instituição esteja em condições de oferecer.

Para informação mais detalhada ou saber como pode fazer o seu donativo consulte o site da AMI ou ligue para o (+351)218362100.

A AMI está presente em S. Tomé e Príncipe desde Agosto de 1988 (com uma interrupção de 1992 a 1997), cooperando com o Ministério da Saúde local. Até 1992, as missões abrangiam os distritos de Caué e Pagué (ilha do Príncipe). Desde 1997, amissão está situada em S. João dos Angolares, no sul da ilha de S. Tomé (ver mapa), proporcionando assistência à população do distrito de Caué (o maior e mais pobre do país) e fazendo formação na área da saúde aos técnicos locais e à população em geral. Este trabalho é feito a partir do "Hospital" (entre aspas para não se confundir com os hospitais europeus) de S. João dos Angolares e de vários postos de saúde (Malanza, Porto Alegre, Ilhéu das Rôlas, Dona Augusta, Ribeira Peixe, Angra Toldo, Ió Grande e Emolve). A missão conta habitualmente com um médico e um enfermeiro, tendo também participado vários finalistas e recém-licenciados de medicina e enfermagem.

2ª-feira
3ª-feira
4ª-feira
5ª-feira
6ª-feira
Sábado
Domingo

Hospital Angolares

Posto Comunitário de Porto Alegre

Postos Comunitários:

Ribeira Peixe
Emolve
Monte Mário

Hospital Angolares

Postos Comunitários:

Vila Malanza
Porto Alegre
Ilhéu das Rôlas

Postos Comunitários:

Iô Grande
Dona Augusta

Hospital Angolares
Descanso